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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-12-03T11:00:11Z | |
| dc.date.available | 2024-12-03T11:00:11Z | |
| dc.date.issued | 1949-12-28 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6669 | |
| dc.description.abstract | Discute as dificuldades enfrentadas pelo gabinete de Georges Bidault na França e analisa as críticas feitas pelos presidencialistas ao sistema parlamentar. O governo Bidault se mantém por uma estreita maioria no Parlamento, e sua queda parece iminente devido às divergências em torno da elaboração do orçamento. Os presidencialistas apontam a instabilidade dos gabinetes parlamentares como um defeito, mas Pilla argumenta que tal dinâmica é reflexo do funcionamento democrático, no qual a opinião pública pode influenciar mudanças de orientação governamental. A questão central envolve a oposição a três diferentes soluções para equilibrar o orçamento: aumento de impostos, redução de subsídios ou a aceitação de um orçamento desequilibrado. Caso o gabinete Bidault caia, será por ter perdido apoio parlamentar, e a nova maioria deverá assumir a responsabilidade de governar segundo sua proposta. Contrasta essa situação com o sistema presidencialista, no qual o governo teria autonomia para impor um orçamento mesmo discordando de suas diretrizes, o que resultaria em uma ditadura disfarçada. Conclui que, embora o sistema parlamentar permita quedas frequentes de governos, assegura a continuidade democrática, algo que o presidencialismo não pode garantir com a mesma legitimidade. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Bidault; França; Presidencialistas; Orçamento; Subsídios; Instabilidade; Ditadura; Representação Nacional | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-12-28) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |