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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-12-03T11:12:12Z | |
| dc.date.available | 2024-12-03T11:12:12Z | |
| dc.date.issued | 1950-05-09 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6673 | |
| dc.description.abstract | Critica o preconceito e a resistência a ideias inovadoras, como o parlamentarismo, por parte de setores da sociedade, incluindo aqueles de reconhecida inteligência. Segundo ele, muitos rejeitam a ideia sem analisá-la profundamente, deixando-se levar por temores infundados de instabilidade, desordem e anarquia. Argumenta que o sistema parlamentar é amplamente adotado e bem-sucedido em diversas democracias, além de já ter sido praticado no Brasil durante o período imperial com resultados superiores ao presidencialismo. Compara a rejeição atual ao parlamentarismo à resistência enfrentada pela federação no Império. Apesar de ser uma necessidade evidente para manter a unidade nacional em um país vasto e diverso, a federação só foi implementada após a Proclamação da República. Destaca que esse tipo de resistência se baseia em análises superficiais e preconceituosas, como a crença de que descentralização resulta em desordem. Menciona Evaristo da Veiga, que inicialmente via a federação como uma ameaça à ordem, mas cuja visão foi desmentida pela história. Para Pilla, a adoção do parlamentarismo seria um avanço democrático, capaz de promover ordem sem sacrificar a liberdade, ao contrário do presidencialismo, que muitas vezes confunde ordem com servidão. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Presidencialismo; Liberdade; Instabilidade; Descentralização; Democracia; Evaristo da Veiga | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Pavor da Inovação (1950-05-09) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |