Resumen:
Defende a candidatura de Edgar Schneider, posicionando-a como uma alternativa ao sistema presidencialista tradicional. Compara a candidatura de Schneider à do Brigadeiro Eduardo Gomes, destacando que ambas possuem o mesmo objetivo de promover uma transformação profunda no país, mas em esferas distintas: nacional e estadual. Argumenta que a candidatura de Schneider não é motivada apenas pela busca pelo poder, mas por um compromisso com a democracia e uma gestão eficaz, onde o poder é exercido de forma coletiva e democrática. Critica o presidencialismo e o poder pessoal, enfatizando a necessidade de uma liderança mais democrática, que busque governar de forma transparente e com a confiança da Assembleia Legislativa. Sugere que o governador, como líder libertador, poderia nomear e demitir seus secretários de forma flexível, desde que haja uma relação de confiança com a Assembleia. Além disso, ele propõe que o governador adote práticas que favoreçam um governo coletivo, no qual os secretários trabalhem de maneira integrada e deliberativa. Ao final, conclui que votar em Edgar Schneider é uma oportunidade de dar um passo significativo para a evolução das instituições democráticas do Brasil, promovendo uma experiência de governo que possa realmente transformar o país para melhor.