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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-05T13:46:34Z | |
| dc.date.available | 2025-02-05T13:46:34Z | |
| dc.date.issued | 1950-11-23 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6822 | |
| dc.description.abstract | Discute a importância de relembrar o 29 de outubro de 1945, apesar da eleição de Getúlio Vargas em 1950. Alguns jornais sugerem que a data não deve ser mais mencionada, já que a eleição de Vargas em 1950 teria "anulado" o golpe de 1945. No entanto, argumenta que um evento não apaga o outro, pois a ascensão legal de Vargas ao governo em 1950 é consequência direta do 29 de outubro, quando ele interrompeu o regime democrático de forma autoritária. Destaca que, antes de 1950, Vargas era um ditador, mas a sua eleição fez com que ele fosse legitimado como presidente. Por isso, o 29 de outubro não deve ser ignorado ou apagado da memória nacional. Ao contrário, deve ser lembrado como um "memento" — uma lição e uma advertência. Chama a atenção para a necessidade de vigilância contínua da Nação, das classes armadas e do próprio Vargas, para que os erros do passado não se repitam. Ele exorta a população a manter a memória do golpe de 1945 viva, pois, ao fazê-lo, estaria assegurando que os riscos do autoritarismo não se concretizem novamente. Termina enfatizando que o 29 de outubro é uma lição importante, que deve ser lembrada e exaltada, como um incitamento à responsabilidade política e à preservação das instituições democráticas. | pt_BR |
| dc.subject | 29 de outubro; Getúlio Vargas; Golpe de 1945; Democracia; Vigilância; Classes armadas; Memória histórica | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Data Inapagável (1950-11-23) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |