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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-05T13:49:20Z | |
| dc.date.available | 2025-02-05T13:49:20Z | |
| dc.date.issued | 1950-11-08 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6823 | |
| dc.description.abstract | Defende a posse de Getúlio Vargas como presidente, apesar das controvérsias políticas em torno de sua eleição. Embora reconheça que Vargas tem um histórico de autoritarismo, com a imposição de uma ditadura e a criação de desordem econômica e política, argumenta que impedir sua posse seria um erro maior para o país. Segundo ele, a recusa à posse representaria uma subversão do sistema constitucional, e ao tentar defender a liberdade e a democracia, poderia-se acabar destruindo o próprio regime democrático. Aponta que, embora haja razões políticas para temer a ascensão de Vargas, como a possibilidade de ele desrespeitar os direitos políticos da maioria, a alternativa de impedi-lo de governar poderia gerar ainda mais desordem e até abrir caminho para uma ditadura. Acredita que Vargas, ao ser impedido de assumir, se tornaria um mártir para uma parte significativa da população, o que aumentaria sua influência e poderia provocar uma revolta, resultando em um cenário ditatorial, seja sob Vargas ou seus opositores. Defende que, ao permitir que Vargas governe, o Brasil poderá comprovar a falibilidade de suas promessas e desmascarar sua figura de ídolo popular. Assim, a eleição de Vargas deve ser respeitada, mas sua posse deve ser acompanhada de vigilância rigorosa das forças democráticas, para evitar qualquer ameaça ao sistema democrático. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Posse; Ditadura; Democracia; Ordem pública; Constituição | pt_BR |
| dc.title | Razões Políticas da Posse (1950-11-08) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |