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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-05T13:57:48Z | |
| dc.date.available | 2025-02-05T13:57:48Z | |
| dc.date.issued | 1950-11-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6825 | |
| dc.description.abstract | Aborda a confusão gerada pela questão da eleição presidencial no Brasil, especialmente em relação à exigência de uma maioria absoluta para a escolha do presidente. Destaca que, embora a tese da maioria absoluta seja amplamente aceita como a correta — pois ninguém pode compreender que um chefe de Estado seja eleito pela minoria —, a Constituição de 1946 não estabelece essa exigência de forma explícita. A questão, portanto, é se a Constituição consagra essa condição ou se o presidente pode ser eleito por uma maioria relativa, o que cria uma disputa jurídica e política. Além disso, aborda a figura de Getúlio Vargas, destacando que a questão sobre sua posse foi legalmente resolvida. Para ele, a hora de questionar sua elegibilidade foi no momento da deposição, e não após a eleição. Critica a falta de ação dos políticos no passado, que não impediram a volta de Vargas quando poderiam, e também critica a presunção de certos líderes que falharam ao rejeitar projetos como o de Caiado de Godói. Também alerta sobre a possibilidade de se recorrer a soluções extralegais em momentos de extrema gravidade, mas adverte que essa opção traz riscos graves, podendo ter consequências imprevisíveis. A solução extralegal, embora possível, seria uma responsabilidade séria, com resultados incertos e potencialmente desastrosos. | pt_BR |
| dc.subject | Constituição de 1946; Getúlio Vargas; Eleição presidencial; Maioria relativa; Posse; Responsabilidade política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Distinguindo (1950-11-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |