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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T11:30:26Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T11:30:26Z | |
| dc.date.issued | 1951-01-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6833 | |
| dc.description.abstract | Critica a declaração do governador eleito de Minas Gerais, Juscelino Kubitschek, que afirmou que “a hora não é de política, mas de administração”. Para Pilla, essa separação entre política e administração reflete a miséria da vida pública brasileira, pois ambas estão intrinsecamente ligadas. Argumenta que um governo legítimo precisa de um plano, um sistema, uma diretriz—ou seja, uma política—e a administração deve ser o meio de executar esse projeto. Política sem administração seria um pensamento sem ação, enquanto administração sem política seria uma ação sem rumo. Reconhece, no entanto, que no Brasil a palavra política costuma ser associada à exploração do poder público em benefício próprio. Se foi isso que Kubitschek quis rejeitar, então sua postura é louvável. No entanto, ele sugere que o governador eleito deveria reformular suas palavras, afirmando não que deixará de fazer política, mas que conduzirá uma política elevada e responsável. Com essa análise, denuncia a visão distorcida da política no Brasil, onde o termo muitas vezes carrega uma conotação negativa. Para ele, um governo sério não pode abrir mão da política, pois é dela que se originam as diretrizes necessárias para uma administração eficiente e bem direcionada. | pt_BR |
| dc.subject | Política; Administração; Governo; Juscelino Kubitschek; Minas Gerais; Poder Público; Plano; Ação; Diretrizes; Exploração | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Política e Administração (1951-01-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |