Mostrar el registro sencillo del ítem

dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-06T11:45:13Z
dc.date.available 2025-02-06T11:45:13Z
dc.date.issued 1951-01-26
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6837
dc.description.abstract Analisa a eleição e posse de Getúlio Vargas em 1950, considerando-a uma tragédia política para o Brasil. Para ele, o problema não está na posse de Vargas, mas no fracasso das lideranças políticas que permitiram sua eleição, apesar de sua deposição em 1945. Critica a falta de união da oposição, que não conseguiu evitar o retorno de Vargas, eleito por uma minoria. Dado o sistema político vigente, em que o governo exerce poder avassalador, essa minoria tende a se transformar em uma maioria esmagadora. Como exemplo do clima de submissão, Pilla menciona o telegrama de Cristiano Machado, candidato derrotado, a Vargas. Embora reconheça a necessidade de cortesia, o tom do telegrama demonstra fraqueza, quase pedindo desculpas por ter concorrido. Enfatiza que negar a posse ao presidente eleito seria um erro ainda maior, pois desmoralizaria a Justiça Eleitoral e criaria um precedente perigoso, comparável às fraudes do antigo Congresso. O caminho correto, segundo ele, seria a organização imediata de uma oposição vigilante, capaz de limitar o poder do novo governo. O maior risco, alerta, é a capitulação da oposição sob o pretexto de “colaboração”. Caso isso ocorra, a vitória de Vargas será completa e definitiva. Infelizmente, devido à desorganização da oposição, a oportunidade de resistir de forma eficaz já pode estar perdida. pt_BR
dc.subject Getúlio Vargas; Eleição; Ditadura; Oposição; Democracia; Justiça Eleitoral; Fraude; Capitulação; Congresso; Política pt_BR
dc.title A Diplomação (1951-01-26) pt_BR
dc.type Other pt_BR


Ficheros en el ítem

Este ítem aparece en la(s) siguiente(s) colección(ones)

Mostrar el registro sencillo del ítem

Buscar en DSpace#1#


Búsqueda avanzada

Listar

Mi cuenta