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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T11:58:28Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T11:58:28Z | |
| dc.date.issued | 1951 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6841 | |
| dc.description.abstract | Faz uma análise crítica da ascensão de Getúlio Vargas ao poder em 1950, destacando os contrastes com suas três investiduras anteriores e refletindo sobre as consequências desse retorno. Vargas, após ter sido levantado por uma revolução em 1930, eleito legalmente em 1934, e continuado no poder via golpe em 1937, agora volta ao cargo por meio de eleições livres, embora com uma maioria relativa, o que, para Pilla, não impede que o caráter de sua vitória seja questionado. Embora Vargas tenha obtido quase metade dos votos, o autor ressalta que a eleição de 1950 foi um grande espetáculo democrático, no entanto, com possíveis consequências catastróficas para o país. Contrapõe esse processo com o ocorrido em 1937, quando Vargas impediu a eleição de Armando Sales e José Américo de Almeida, instaurando uma ditadura fascistoide que comprometeu moralmente o Brasil. Ao comparar Eurico Gaspar Dutra, que, após sua presidência, soube realizar uma eleição livre em 1950, critica o fato de Vargas ter subtraído à Nação essa prerrogativa antes. Para ele, a grande dúvida é se, ao longo de seu novo governo, Vargas voltará a entregar o poder democraticamente, ou se se aproveitará das condições políticas para retomar práticas autoritárias. Conclui que é necessário manter a vigília para que o país não se adormeça em uma falsa sensação de que as condições atuais não permitem golpes como os de antes. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Eurico Dutra; Eleição; Golpe; Democracia; Ditadura; 1950; Poder | pt_BR |
| dc.title | De 1937 a 1951 (1951) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |