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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T12:16:25Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T12:16:25Z | |
| dc.date.issued | 1951-02-07 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6847 | |
| dc.description.abstract | Analisa o governo de Getúlio Vargas como um governo essencialmente "getuliano", sem princípios ideológicos fixos ou um programa administrativo claro. Destaca que, apesar de contar com ministros de diversas orientações políticas – como liberais, socialistas e protecionistas – o governo de Vargas não se define pelas ideias ou propostas dos seus membros. Ao contrário de outros gabinetes, em que há uma identidade de pensamento e uma unidade em torno de um programa comum, o governo de Vargas carece dessa coesão, já que os ministros apresentam ideias pessoais, muitas vezes sem sintonia com os colegas, e estão sujeitos à vontade do presidente. A principal característica desse governo é sua flexibilidade e oportunismo, sendo um governo que pode pender tanto para a direita quanto para a esquerda, dependendo das circunstâncias. Para Pilla, o governo de Vargas se configura como um regime em que a ação do presidente prevalece, e a falta de um programa claro o torna indefinido e imprevisível. Sugere que, em vez de tentar definir o governo pelos seus integrantes, o mais adequado é reconhecer sua natureza como um governo centralizado em Getúlio Vargas, cujo objetivo principal parece ser a adaptação ao momento político, sem seguir uma ideologia fixa. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Ideologia; Oportunismo; Ministros; Programas Administrativos; Flexibilidade; Coesão | pt_BR |
| dc.title | A Definição de Um Governo (1951-02-07) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |