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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T12:27:56Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T12:27:56Z | |
| dc.date.issued | 1950-10-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6851 | |
| dc.description.abstract | A crítica é direcionada à inércia do governo federal em atender aos pedidos da Justiça Eleitoral, especialmente no caso do Estado de Alagoas, onde a presença da força federal era mais urgente devido à situação política local. Denuncia que, apesar das requisições feitas pelo Tribunal Eleitoral para garantir a liberdade do pleito, a resposta do governo foi lenta e incompleta. Em particular, certos municípios de Alagoas não receberam as forças solicitadas, o que resultou em ocorrências graves. Sugere que o governo federal agiu deliberadamente para retardar o envio das forças, o que levou à intimidação do eleitorado independente, que, temendo represálias, se absteve de votar. Também questiona o papel do gabinete do Presidente da República, que, ao intervir nas requisições, transferiu a responsabilidade para o Executivo, quando, na prática, o Ministério da Guerra deveria ser o responsável imediato por atender às solicitações da Justiça Eleitoral. Compara a demora do envio das forças para Alagoas com a rápida mobilização de recursos no Distrito Federal, onde a presença de forças de segurança foi ostensiva, embora não houvesse necessidade de garantir as eleições na capital. Conclui que o governo federal, ao agir de forma tardia e ineficaz em Alagoas, comprometeu a integridade do pleito naquele Estado. | pt_BR |
| dc.subject | Justiça Eleitoral; Alagoas; Forças Federais; Intimidação; Eleitorado; Intervenção do Executivo | pt_BR |
| dc.title | O Entorpecimento da Justiça Eleitoral (1950-10-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |