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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T12:39:49Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T12:39:49Z | |
| dc.date.issued | 1950-11-09 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6855 | |
| dc.description.abstract | Discute a questão da apuração eleitoral, destacando a importância da verdade no processo, acima da celeridade. Embora a rapidez seja desejável, a precisão e a honestidade dos resultados são fundamentais. Ele defende que apurações demoradas, porém exatas, são mais valiosas do que aquelas rápidas, mas com potencial de falsificação. A inovação do Código Assis Brasil transferiu a contagem das cédulas das mesas receptoras para as Juntas Eleitorais, onde há maior isenção e segurança. Isso, no entanto, gera demora no processo, pois cada Junta deve apurar uma grande quantidade de urnas. Questiona se a apuração seria tão confiável nas mesas receptoras, onde a pressão e o ambiente favorável aos poderosos locais poderiam influenciar nos resultados, como visto em casos como os de Alagoas, Pará e Maranhão. Ele salienta que, apesar da demora, o atual processo de apuração oferece mais garantias contra fraudes e falsificações, que seriam mais fáceis de ocorrer em um sistema mais rápido, mas vulnerável. Embora a apuração atual seja lenta, acredita que é possível racionalizar e, eventualmente, mecanizar o trabalho das Juntas Eleitorais, citando a experiência positiva da Junta de Santa Cruz, no Rio Grande do Sul, que conseguiu realizar uma apuração rápida e precisa. Conclui que o lema deve ser: apurar o mais depressa possível, mas, acima de tudo, com segurança. | pt_BR |
| dc.subject | Eleições; Celeridade; Código Assis Brasil; Contagem de Cédulas; Segurança; Falsificação; Alagoas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Rapidez, ou Segurança? (1950-11-09) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |