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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T13:07:31Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T13:07:31Z | |
| dc.date.issued | 1951 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6857 | |
| dc.description.abstract | Examina as dificuldades enfrentadas pelo governo de Getúlio Vargas, destacando que, apesar de prometer muito, sua administração tem limites, particularmente devido a suas tendências autoritárias disfarçadas de democracia. Foca em um exemplo relevante: a postura do governo brasileiro diante da repressão à liberdade de imprensa na Argentina, orquestrada pelo regime de Juan Domingo Perón. Defende que, como uma nação democrática e membro de organizações internacionais que prezam a liberdade, o Brasil deveria adotar uma posição firme de condenação contra o abuso de poder na Argentina. No entanto, observa que, apesar das expectativas, a postura do ministro das Relações Exteriores, João Neves, foi vacilante, o que evidencia a falta de clareza na política externa do Brasil. A crítica se estende ao fato de que, embora o Brasil tenha se beneficiado do processo democrático, o governo atual não é genuinamente democrático em sua essência, mas sim autoritário, e isso reflete uma afinidade política entre Vargas e Perón. A preocupação é de que o governo brasileiro, em vez de defender a liberdade e os princípios democráticos, possa se alinhar politicamente com o regime peronista, comprometendo a política internacional do país. Ao final, expressa seu desejo de que o Brasil recupere sua tradicional postura de defesa da liberdade e se distancie das tendências autoritárias que agora o influenciam. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Governo; Liberdade de Imprensa; Argentina; Política Externa; Repressão; Perda de Liberdade | pt_BR |
| dc.title | "La Prensa" e o Ministro do Exterior (1951) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |