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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T13:55:39Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T13:55:39Z | |
| dc.date.issued | 1951-05-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6873 | |
| dc.description.abstract | Comenta sobre a instabilidade política na América Latina, utilizando o frustrado golpe de Estado no Panamá como ponto de partida. Ele destaca um paradoxo presente no continente: embora a América Latina tenha adotado predominantemente o sistema presidencialista, alegado como uma forma de garantir estabilidade política, a região é marcada pela constante instabilidade, com frequentes motins, revoluções e golpes de Estado. Critica explicações sociológicas vagas, como fatores geográficos (raça, clima, fauna), que tentam justificar essa instabilidade, mas sem apresentar evidências concretas. Propõe que a verdadeira razão para a instabilidade está na perversão política do sistema adotado nas novas repúblicas latino-americanas após a independência. Ao invés de corrigir a tendência autoritária, o presidencialismo legitimou e perpetuou o governo pessoal, no qual o poder é centralizado nas mãos de um líder, o que gerou as condições para caudilhos e ditadores. Segundo Pilla, esse sistema não promoveu a estabilidade, mas sim a instabilidade, pois cria um governo autoritário que favorece a perpetuação do poder pessoal e suas degenerações. Conclui lamentando que, educados na ditadura, os povos latino-americanos ainda enfrentam dificuldades para praticar a democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Golpe de Estado; Panamá; Instabilidade política; América Latina; Presidencialismo; Caudilhos; Ditadura | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Continente da Anarquia (1951-05-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |