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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T14:03:01Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T14:03:01Z | |
| dc.date.issued | 1951-05-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6876 | |
| dc.description.abstract | Comenta sobre a situação política na Bolívia, em que Paz Estensoro, ainda não confirmado presidente, enfrentou uma intervenção militar. Embora tenha sido o candidato mais votado, Estensoro não alcançou a maioria absoluta, e o Congresso deveria validar sua eleição. Contudo, o Exército, que exerce um poder superior ao dos órgãos constitucionais na Bolívia, decidiu instaurar uma ditadura militar para evitar que o comunismo dominasse o país, embora Estensoro, um esquerdista, não fosse explicitamente comunista. Argumenta que, embora o comunismo represente uma ameaça significativa à democracia e à civilização, ele é frequentemente usado como pretexto para justificar ações autoritárias que comprometem a própria democracia. A situação na Bolívia é, para ele, um exemplo claro de caudilhismo militar, um fenômeno recorrente na América Latina, alimentado pela inadequação do sistema presidencialista. O presidencialismo, ao concentrar poder nas mãos do presidente, fortalece a liderança pessoal e perpetua a prática do caudilhismo, já que não é eficaz em educar a população na prática democrática. Destaca que, historicamente, os golpes militares eram justificados como defesas da democracia, mas hoje, sob a alegação de combater o comunismo, esses golpes continuam a ameaçar a estabilidade política e as instituições democráticas, como exemplificado pela Bolívia. Sugere que, mesmo com o apoio de algumas potências ocidentais, a repressão militar não impedirá o avanço de ideias comunistas no país. | pt_BR |
| dc.subject | Golpe de Estado; Exército; Caudilhismo; Presidencialismo; Democracia; Comunismo; Ditadura militar | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Comunismo e Caudilhismo (1951-05-20) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |