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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-06T14:09:25Z | |
| dc.date.available | 2025-02-06T14:09:25Z | |
| dc.date.issued | 1951-05-24 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6878 | |
| dc.description.abstract | Critica a visão de Pedro Dantas, que, em sua interpretação constitucional, limita a análise dos fatores que perturbam o funcionamento da mecânica política à violência material. Segundo Pilla, Dantas ignora outras formas de violência, como a violência moral, que atua por meio de ameaças, intimidações e corrupção. Destaca que, ao restringir a violência ao aspecto físico, Dantas desconsidera as pressões invisíveis que podem ser exercidas por um governo poderoso, que, por ser quase irrestrito e irresponsável, pode inibir ou corromper outras instituições. Também faz uma crítica histórica ao comportamento do Congresso diante dos golpes de Estado, como o ocorrido em 1937, quando o Legislativo reagiu de forma "débil" à violência do Executivo. Ele compara a reação do primeiro Congresso da República, que, por ser novo no regime, teve uma postura mais digna, com a de 1937, quando o Congresso, já completamente integrado ao regime, se curvou ao ditador Getúlio Vargas. Ressalta que a reação débil foi motivada pela consciência de que o poder do Executivo era esmagador, levando o Congresso a se submeter. Também aponta que, apesar dos impulsos e tendências pessoais de Vargas, a transição para a ditadura foi impulsionada pelas circunstâncias e pela fragilidade do regime democrático. Conclui que Vargas, amadurecido pela experiência, poderia limitar-se a fortalecer o sistema legal já existente, sem recorrer à violência direta. | pt_BR |
| dc.subject | Violência moral; Poder Executivo; Poder Legislativo; Getúlio Vargas; Ditadura; Golpe de Estado; Corrupção | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Violência na Mecânica Constitucional (1951-05-24) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |