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Microscópio: A Eterna Ilusão (1951-05-29)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-06T14:14:14Z
dc.date.available 2025-02-06T14:14:14Z
dc.date.issued 1951-05-29
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6880
dc.description.abstract Critica a ideia de que uma elevação geral dos vencimentos possa resolver ou atenuar a carestia da vida. Segundo ele, se os salários aumentassem de forma restrita e individual, poderia haver uma melhoria para os beneficiados. No entanto, quando o aumento é generalizado, o resultado será um desequilíbrio entre os recursos disponíveis e a quantidade de meios de pagamento, o que inevitavelmente leva a um aumento na demanda e, por conseguinte, no preço dos produtos. Esse ciclo agrava ainda mais o problema da carestia, ao invés de resolvê-lo. Além disso, aponta que, mesmo que o aumento dos salários fosse direcionado apenas aos mais necessitados, ele ainda causaria elevação nos preços. Porém, nesse caso, a compensação poderia ser alcançada pela maior disponibilidade de recursos. No entanto, quando o aumento abrange todos os estratos sociais, os mais ricos, que já possuem altos vencimentos, se tornam os principais beneficiados, utilizando o excedente de sua renda para competir no mercado e elevar ainda mais os preços, absorvendo os benefícios que os mais pobres poderiam obter com o aumento. Conclui que a elevação geral dos vencimentos é uma medida ineficaz e injusta no combate à carestia, pois favorece mais aqueles que não necessitam e piora a situação dos realmente necessitados. pt_BR
dc.subject Desigualdade; Preços; Desequilíbrio econômico; Meios de pagamento; Competição de preços; Injustiça econômica pt_BR
dc.title Microscópio: A Eterna Ilusão (1951-05-29) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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