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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-07T11:50:22Z | |
| dc.date.available | 2025-02-07T11:50:22Z | |
| dc.date.issued | 1951 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6890 | |
| dc.description.abstract | Critica a postura do cronista Pedro Dantas, que, segundo ele, tem uma aversão injustificada ao parlamentarismo, o que compromete seu julgamento. Rebate a opinião do cronista sobre a convocação do ministro Danton Coelho ao Congresso para esclarecer discursos políticos que poderiam ameaçar o regime vigente. Para Dantas, essa convocação seria um capricho dos parlamentaristas, enquanto Pilla argumenta que se o Congresso não fiscaliza ministros em situações como essa, então nunca o fará. Ironiza a explicação do cronista, que minimiza a convocação apenas porque foi proposta por um defensor do parlamentarismo. Ele enfatiza que o Congresso tem o dever de vigilância, especialmente quando declarações de um ministro podem sugerir mudanças estruturais no regime. Também refuta a interpretação de Pedro Dantas sobre o artigo 54 da Constituição, alegando que este ignora tanto a letra da lei quanto seu contexto histórico. Para Pilla, um ministro do governo tem um peso institucional que um simples cidadão não tem. O impacto das declarações de Danton Coelho se deve justamente ao fato de ele ser um membro próximo ao presidente. No fim, ressalta que ocupar um cargo de ministro impõe restrições e responsabilidades, e que o Congresso deve cumprir seu papel de fiscalização sem se deixar levar por preconceitos contra o parlamentarismo. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Presidencialismo; Congresso Nacional; Fiscalização do Executivo; Ministro do governo; Declarações políticas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Idiossincrasia Grave (1951) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |