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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-07T12:16:53Z | |
| dc.date.available | 2025-02-07T12:16:53Z | |
| dc.date.issued | 1951-03-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6896 | |
| dc.description.abstract | Critica o discurso de Getúlio Vargas, em que o presidente se apresenta como alguém que busca prestar contas ao povo, mas, na verdade, tenta justificar o não cumprimento das promessas feitas durante a campanha. Vargas, segundo Pilla, quer explicar o que não conseguiu realizar, particularmente o “milagre” prometido, e se utiliza disso para justificar a decepção popular com seu governo, que se caracteriza por uma composição pouco popular ou populista. Aponta que Vargas tenta transferir a responsabilidade da grave situação do país ao governo de Eurico Dutra, seu antecessor. Reconhece que o governo Dutra não foi isento de falhas, mas ressalta que muitos dos problemas enfrentados por Dutra foram herdados diretamente do governo de Vargas, que, ao se omitir em revelar a real situação do país, deixou o país em um estado de falência sem a devida prestação de contas. Também critica a postura de Vargas, que, apesar de ser responsável por boa parte dos problemas enfrentados, adota uma atitude moralizante e autoritária, enquanto, na prática, seu governo favoreceu interesses pessoais e o enriquecimento de apadrinhados. Ele argumenta que o país viu uma distorção nos padrões morais da política, com um aumento do enriquecimento ilícito desde a ascensão de Vargas ao poder em 1930. Em resumo, sugere que a atitude de Vargas é hipócrita, já que ele é responsável pelas condições do país e, ao invés de corrigir seus próprios erros, finge moralizar a política. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Prestação de contas; Eurico Dutra; Promessas não cumpridas; Enriquecimento ilícito; Apadrinhados | pt_BR |
| dc.title | Prestação de Contas (1951-03-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |