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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-07T12:46:21Z | |
| dc.date.available | 2025-02-07T12:46:21Z | |
| dc.date.issued | 1951-08-08 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6904 | |
| dc.description.abstract | Aborda a crise de autoridade que o Brasil enfrenta, destacando que, muitas vezes, a autoridade é mal utilizada ou mal interpretada. Não sugere que falte autoridade, mas sim que há excesso de autoritarismo em alguns casos e uma falta de discernimento em outros. Ele ilustra essa crise com um exemplo vivido por um cidadão, o sr. Armando do Oliveira Assis, que, ao retornar de uma missão na Europa, foi submetido a um tratamento humilhante por parte da alfândega no aeroporto do Galeão. Apesar de ser um funcionário de alto cargo e portar um passaporte especial, Armando foi tratado como um suspeito de contrabando. Suas malas foram revistadas de forma agressiva, e objetos pessoais, como perfumes e um pijama, foram confiscados. A fiscalização, que deveria ser realizada de maneira rigorosa e justa, foi, nesse caso, desproporcional e desrespeitosa. Pilla critica o comportamento de alguns funcionários públicos, como o guarda Mozart, e argumenta que, embora a fiscalização seja necessária, ela deve ser realizada com urbanidade e respeito pelos cidadãos. O episódio é visto por Pilla como um reflexo claro da crise de autoridade, onde o uso indevido do poder gera desconfiança e revolta, prejudicando a relação entre o Estado e os cidadãos. | pt_BR |
| dc.subject | Crise de autoridade; Fiscalização; Autoridade; Alfândega; Guardas; Servidores públicos; Respeito | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Crise de Autoridade (1951-08-08) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |