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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-07T12:51:42Z | |
| dc.date.available | 2025-02-07T12:51:42Z | |
| dc.date.issued | 1951-08-10 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6905 | |
| dc.description.abstract | Discute as crises ministeriais francesas e como elas são frequentemente usadas como argumento contra o sistema parlamentar. Ele aponta que essas crises são uma característica única da França, já que todos os outros países democráticos da Europa, exceto a Suíça, adotam o parlamentarismo sem enfrentar crises tão frequentes. Argumenta que o problema não está no sistema parlamentar em si, mas nas condições peculiares da França. Destaca que, antes da Segunda Guerra Mundial, a instabilidade ministerial na França se devia à falta de poder do Executivo para dissolver o parlamento, o que gerava um sistema irresponsável e instável. Contudo, após a mudança constitucional, o problema persiste devido a fatores políticos e sociais, como a multiplicidade de partidos e a forte discrepância ideológica entre eles. A falta de uma maioria absoluta leva a governos instáveis, onde qualquer discordância entre partidos coligados pode resultar em crise. Conclui que o problema não é o sistema parlamentar em si, mas as condições político-partidárias da França. Ele observa que, nas condições atuais, um sistema presidencialista seria impraticável e poderia levar à ditadura de um líder ambicioso, como De Gaulle. Portanto, embora o parlamentarismo francês enfrente dificuldades, ele é a única forma de manter a democracia funcionando no país, dada a sua configuração política única. | pt_BR |
| dc.subject | Crises ministeriais; Sistema parlamentar; França; Instabilidade; Multiplicidade de partidos; Governo; Democracia | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Crise Francesa (1951-08-10) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |