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Conspiração Contra o Congresso (1951)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-07T13:23:03Z
dc.date.available 2025-02-07T13:23:03Z
dc.date.issued 1951
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6914
dc.description.abstract Discute a crescente conspiração contra as instituições representativas no Brasil, em um momento de forte crítica ao Congresso, especialmente por meios de comunicação aliados ao governo de Getúlio Vargas. Embora o Congresso tenha uma maioria esmagadora a favor do governo, ele é acusado de retardar e dificultar a aprovação de leis essenciais para o cumprimento das promessas eleitorais feitas por Vargas. Destaca que, mesmo com a falta de eficiência do governo, a crítica não deve ser direcionada ao Congresso como instituição, mas sim à composição e ao comportamento de seus membros, que podem ser substituídos nas próximas eleições. Ele argumenta que, apesar das falhas, o Congresso não deve ser destruído, pois a alternativa seria o autoritarismo, como no caso de uma ditadura. Também reflete sobre a natureza do voto dado a Vargas, que, apesar de ter sido o mais votado, não teve um apoio total da população, com muitos eleitores votando contra a democracia. A crítica à política de Getúlio Vargas é que ela tem criado um ambiente em que a oposição ao Congresso e à democracia tem ganhado força, alimentando uma concepção de que as instituições representativas são ineficazes. Defende a importância de se preservar as instituições, como o Congresso, e de buscar uma reforma mais construtiva e democrática, ao invés de sucumbir a uma solução autoritária. pt_BR
dc.subject Conspiração; Instituições Representativas; Jornais; Governo; Congresso; Getúlio Vargas; Leis; Promessas Eleitorais pt_BR
dc.title Conspiração Contra o Congresso (1951) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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