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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T10:47:32Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T10:47:32Z | |
| dc.date.issued | 1951-09-13 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6925 | |
| dc.description.abstract | Critica a repetição dos erros políticos no Brasil após a queda da ditadura de Getúlio Vargas em 1945. Apesar da oportunidade de fortalecer a democracia, o país manteve o presidencialismo, sistema que, segundo ele, conduz ao governo pessoal, irresponsável e, eventualmente, à ditadura. Aponta como equívocos a eleição de um candidato inadequado em 1945 e o retorno de Vargas ao poder em 1950, destacando que quem votou no ex-ditador aceitava o risco do autoritarismo. Alerta que a condução do governo seguia rumo à centralização do poder, tornando previsível uma nova intervenção das Forças Armadas, que historicamente agiam diante da degradação democrática. No entanto, ele ressalta que as intervenções militares são apenas paliativas e não resolvem o verdadeiro problema: o sistema presidencialista. Argumenta que o presidencialismo concentra poder excessivo no chefe do Executivo, impedindo a formação de um governo responsável e sensível à opinião pública. Para ele, a única solução definitiva é a substituição do presidencialismo pelo parlamentarismo, sistema que já havia demonstrado bons resultados no Brasil antes da proclamação da República. Por fim, afirma que as Forças Armadas têm uma dívida com a nação, pois impuseram o presidencialismo em 1889, interrompendo o progresso parlamentarista. Assim, defende que, se houver uma nova intervenção, ela deve ser decisiva, garantindo a transição para o parlamentarismo e o restabelecimento da verdadeira democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Democracia; Ditadura; Presidencialismo; Parlamentarismo; Forças Armadas; Getúlio Vargas; Constituição | pt_BR |
| dc.title | As Classes Armadas e o Regime (1951-09-13) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |