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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T10:56:06Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T10:56:06Z | |
| dc.date.issued | 1953-09-23 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6928 | |
| dc.description.abstract | Aborda a flexibilidade e a legitimidade do sistema parlamentarista, com um exemplo concreto do governo britânico. Ele observa que, legalmente, o gabinete britânico não seria obrigado a convocar eleições gerais, pois o Parlamento ainda tinha tempo de mandato. Contudo, o governo decide aceitar o desafio de Churchill e convocar o pleito, apesar de uma maioria reduzida na Câmara dos Comuns. Destaca que, no sistema parlamentarista, essa ação é comum, diferentemente do que ocorre em sistemas presidencialistas, onde um governo raramente se dispôs a "ir em busca da morte". Reflete sobre a natureza especial do caráter político britânico, mas também aponta que muitos dos defeitos que os britânicos consideram inferiores estão presentes em outros povos. A principal virtude do sistema parlamentarista, segundo Pilla, é que ele garante que o governo só se mantém legítimo enquanto goza do apoio ou consentimento da maioria. Quando esse apoio desaparece, o governo cai sem que o partido perca a chance de retornar ao poder em uma futura eleição. A flexibilidade do sistema permite que a democracia se renove constantemente, baseando-se na confiança da opinião pública. Usa o exemplo britânico para ilustrar a eficácia do sistema parlamentar, que mantém um governo responsivo às demandas do eleitorado e à mudança das circunstâncias políticas. | pt_BR |
| dc.subject | Sistema Parlamentarista; Governo Britânico; Eleições Gerais; Maioria; Desafio de Churchill; Presidencialismo; Legitimidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Outro Sistema e Outros Costumes (1953-09-23) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |