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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T10:59:27Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T10:59:27Z | |
| dc.date.issued | 1951-09-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6929 | |
| dc.description.abstract | Analisa o repto lançado pelo Senador Vitorino Freire às Oposições Coligadas no Maranhão, que propuseram uma renúncia geral para que novas eleições fossem realizadas, a fim de verificar quem realmente tinha o apoio popular. A ideia central seria a realização de um novo pleito, ou, no mínimo, uma eleição suplementar para o cargo de governador, caso fosse comprovado que Eugênio de Barros não havia realmente alcançado a maioria dos votos. Sugere que, se a proposta incluir a renúncia do próprio Eugênio de Barros, o plebiscito seria legítimo. Entretanto, destaca uma condição fundamental: a necessidade de que a pessoa à frente do governo maranhense fosse imparcial e capaz de garantir um pleito livre e justo. Caso isso acontecesse, a disputa entre vitorinistas e anti-vitorinistas se daria em condições iguais e democráticas. Sugere que, se o repto de Vitorino Freire for seguido de forma honesta, sem a intenção de manter vantagens indevidas, o caso do Maranhão poderia ser resolvido de maneira democrática, por meio de um verdadeiro plebiscito, onde o povo teria a chance de escolher o líder de forma livre. | pt_BR |
| dc.subject | Vitorino Freire; Repto; Oposições Coligadas; Renúncia Geral; Eleições; Prestígio; Maranhão | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Plebiscito (1951-09-27) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |