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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T11:16:10Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T11:16:10Z | |
| dc.date.issued | 1951-10-16 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6934 | |
| dc.description.abstract | Analisa a continuidade administrativa, argumentando que ela não é intrínseca ao sistema presidencial, pois depende das mudanças de orientação que ocorrem com a troca de governantes. No sistema presidencial, as mudanças podem ser rápidas e acontecer por decisão do presidente da República. Por outro lado, ele defende que o sistema parlamentar assegura melhor a continuidade administrativa. No parlamentarismo, quem determina a orientação do governo é o Parlamento, uma assembleia numerosa e comprometida por acordos partidários, o que torna mais difícil a alteração de sua opinião. Mudanças significativas exigem modificações em um grande número de parlamentares, tornando o processo mais lento e gradual. Mesmo em sistemas parlamentares, é possível que ocorra uma mudança súbita, como a substituição de governantes, mas essas mudanças se dão após um intervalo de eleições, quando a nação muda de pensamento. Assim, no sistema parlamentar, a continuidade administrativa é mais garantida, pois as mudanças são lentas e refletem a evolução do consenso popular, enquanto no sistema presidencial, onde o poder está concentrado em uma só pessoa, as alterações podem ser rápidas e impulsivas. Portanto, conclui que a verdadeira continuidade administrativa está melhor assegurada no sistema parlamentar devido à sua estrutura mais estável e comprometida com o coletivo. | pt_BR |
| dc.subject | Continuidade Administrativa; Governo; Parlamento; Governo da Inglaterra; Decisões Rápidas; Estabilidade; Alterações Impulsivas; Consenso Popular | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Verdadeira Continuidade (1951-10-16) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |