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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T11:40:19Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T11:40:19Z | |
| dc.date.issued | 1951-07-13 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6941 | |
| dc.description.abstract | Comenta sobre a recente fala de Getúlio Vargas, que surpreendeu a todos, especialmente após a expectativa gerada pelos discursos anteriores. Ao contrário do que se esperava, Vargas adotou um tom mais moderado, evitando temas como a reforma constitucional e o ataque às propostas de Danton Coelho. Ele se limitou a explicar o atraso na realização de suas promessas e a sugerir que o Brasil estaria mais promissor no próximo ano de 1952. Analisa a mudança de tom e atribui a mudança a uma causa mais concreta: uma reunião secreta entre o ministro do Trabalho e o ministro da Guerra, na qual o ministro da Guerra teria alertado Vargas sobre a possibilidade de resistência das Forças Armadas a qualquer tentativa de subverter a Constituição, especialmente com a organização de milícias populares que apoiariam Vargas. Isso teria levado o presidente a abandonar a postura ofensiva e adotar uma postura mais defensiva. Além disso, sugere que Vargas estaria preparando o Congresso Nacional como um bode expiatório, caso sua política falhasse. Com uma grande maioria no Congresso, isso poderia ser uma tentativa de transferir a culpa pela falha de sua administração. Alerta para os perigos de ceder a pressões políticas, fazendo referência ao período de 1937, quando o Congresso se submete às imposições de Vargas, pensando que estaria preservando as instituições, mas com consequências negativas para a democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Mudança de tom; Reforma constitucional; Congresso Nacional; Forças Armadas; Milícias populares | pt_BR |
| dc.title | Mudança de Tom (1951-07-13) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |