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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T11:53:18Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T11:53:18Z | |
| dc.date.issued | 1951-07-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6946 | |
| dc.description.abstract | Analisa a relação entre a rádio e a imprensa, destacando as semelhanças e diferenças entre esses dois meios de comunicação. Ambos são potentes instrumentos de difusão de pensamento, mas a principal distinção está no aspecto técnico: enquanto o número de jornais é indefinido e a circulação de um não impede a de outro, as estações de rádio têm um número limitado, já que a frequência de uma estação interfere com a de outra. Isso exige uma intervenção estatal na radiodifusão e na radiocomunicação, já que a utilização de determinadas frequências é um privilégio regulado pelo Estado. Também observa que, embora a função educativa do rádio seja semelhante à da imprensa, a regulamentação do rádio pela intervenção estatal se justifica devido a questões técnicas, como a fugacidade das emissões. Isso torna a censura aceitável no caso da rádio, mas não para a imprensa, onde as responsabilidades podem ser mais facilmente apuradas. Também traça um paralelo com o cinema, sugerindo que a censura aplicada à radiodifusão é necessária devido à natureza efêmera de suas transmissões, ao contrário do que acontece com a imprensa, que exige um tratamento distinto. Por fim, reafirma que tanto a imprensa quanto o rádio exigem liberdade, embora o Estado tenha uma função regulatória no segundo, devido a suas características técnicas específicas. | pt_BR |
| dc.subject | Rádio; Imprensa; Frequência; Intervenção Estatal; Privilégio; Função Educativa; Censura; Cinema; Liberdade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Rádio e o Estado (1951-07-25) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |