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Microscópio: Maré Totalitária (1951-07-29)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-10T11:55:32Z
dc.date.available 2025-02-10T11:55:32Z
dc.date.issued 1951-07-29
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6947
dc.description.abstract Aborda a importância essencial da liberdade para o exercício do jornalismo. Defende que sem liberdade de expressão, não pode haver jornalismo, que é caracterizado pelo debate, pela divergência e pela crítica. Critica a atitude de um sindicato de jornalistas, que, ao expulsar um dos seus membros, Danton Jobim, por criticar um projeto de lei, demonstra uma postura contraditória em relação à liberdade profissional. Jobim havia se oposto a um projeto de lei que, segundo ele, tinha características inconstitucionais e que, ao intervir na economia das empresas jornalísticas, oferecia vantagens ilusórias aos jornalistas, sem realmente beneficiar a classe. Questiona como um jornalista poderia ser punido por exercer a crítica a um projeto de lei que afeta diretamente os jornais e os jornalistas. Conclui que, ao renegar a liberdade de crítica e de opinião, os próprios jornalistas estariam contribuindo para a ascensão de um regime totalitário, onde a independência e a liberdade de expressão são ameaçadas. Para Pilla, é justamente quando assuntos de grande importância, como projetos de lei que afetam a profissão, surgem, que a crítica se torna um dever, e não um privilégio. pt_BR
dc.subject Liberdade; Jornalismo; Divergência; Crítica; Danton Jobim; Sindicato; Projeto de Lei pt_BR
dc.title Microscópio: Maré Totalitária (1951-07-29) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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