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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T12:16:51Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T12:16:51Z | |
| dc.date.issued | 1952-03-09 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6955 | |
| dc.description.abstract | Aborda a complexa crise política na França, que está profundamente ligada à crise moral que afeta a sociedade. Ele explica que o cenário político francês é marcado pela presença de dois partidos extremistas: o comunista, que busca a subversão social, e o fascista, que visa a subversão política. Ambos, apesar de suas diferenças, têm em comum o objetivo de criar obstáculos para o funcionamento normal do regime. Além disso, o partido socialista, embora numeroso, frequentemente se vê em uma posição de recuo devido a questões doutrinárias e eleitorais, o que torna a situação ainda mais delicada. Observa que as dificuldades políticas na França não resultam do sistema parlamentar em si, mas das condições políticas e sociais do país. Ele defende que, apesar das crises ministeriais, a flexibilidade do sistema parlamentar francês tem impedido o colapso da liberdade e garantido um ambiente de responsabilidade política. Cada crise gerada, embora desafiadora, atua como um mecanismo de controle, forçando as forças políticas a resolverem as divergências e não recorrerem à violência ou ao golpe de Estado. A conclusão é que o sistema parlamentar francês, apesar de suas dificuldades, funciona admiravelmente bem ao permitir a resolução dos conflitos de forma democrática. O grande perigo, segundo Pilla, reside na tentativa de substituir esse sistema por regimes autoritários ou de força, que comprometem as liberdades fundamentais. | pt_BR |
| dc.subject | Crise Política; França; Partidos Extremistas; Comunista; Fascista; Subversão Social; Subversão Política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Grande Perigo (1952-03-09) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |