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Microscópio: Diátese Latino-americana (1952-03-14)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-10T12:38:58Z
dc.date.available 2025-02-10T12:38:58Z
dc.date.issued 1952-03-14
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6960
dc.description.abstract Analisa a relação entre o caudilhismo e o sistema presidencialista na América Latina, destacando como o poder pessoal, que caracteriza o caudilhismo, é legitimado pelo presidencialismo. O caudilhismo, uma característica marcante da América Latina, é descrito como a expressão máxima do poder pessoal, enquanto o presidencialismo serve para legitimá-lo dentro das estruturas republicanas. Argumenta que o presidencialismo, longe de corrigir essa tendência, a reforça ao permitir que o chefe do Estado mantenha um poder absoluto, eleito diretamente pelo povo e com liberdade para nomear e demitir ministros. Exemplifica com a situação de Cuba, onde, apesar das tentativas de reforma política para atenuar o caudilhismo, o sistema presidencialista continuou predominante. A reforma cubana não conseguiu eliminar a essência do poder pessoal, pois o presidente continuou sendo o centro do poder político. Observa que, com a proximidade das eleições presidenciais, o general Batista, diante de uma possível derrota eleitoral, optou por tomar o poder pela força, um reflexo da persistência do caudilhismo. Para Pilla, o presidencialismo, mesmo em sua versão atenuada, perpetua essa crise política, tornando-a um fator predisponente para golpes de Estado na região, ao contrário dos Estados Unidos, onde a crise política é mais atenuada. pt_BR
dc.subject Caudilhismo; Presidencialismo; Poder Pessoal; Reforma; Cuba; General Batista; Eleições; Poder pt_BR
dc.title Microscópio: Diátese Latino-americana (1952-03-14) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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