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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T12:49:32Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T12:49:32Z | |
| dc.date.issued | 1952-03-19 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6964 | |
| dc.description.abstract | Critica a atitude do presidente Getúlio Vargas em relação ao Congresso, destacando o gesto do presidente de enviar uma mensagem cortês ao Legislativo e descer de Petrópolis para receber os congressistas no Catete. Embora isso tenha sido considerado um ato de simpatia e de aproximação, Pilla observa que o evento não teve o impacto esperado, pois nem todos os líderes compareceram. Entre os ausentes estava o líder da UDN, que justificou sua ausência sem se submeter à pressão do Executivo. Sugere que o Congresso, como instituição, não deveria se submeter a esse tipo de cerimônia, e que a verdadeira demonstração de respeito entre os dois poderes deveria partir do presidente da República. Em vez de esperar que os congressistas se deslocassem até o Palácio do Catete, argumenta que Vargas deveria ter comparecido à casa do Congresso para ler pessoalmente sua mensagem, como é comum em algumas democracias, como nos Estados Unidos. Para Pilla, esse gesto teria restabelecido a normalidade das relações entre o Executivo e o Legislativo e atenuado as tensões entre as duas esferas de poder. Enfatiza a necessidade de respeito institucional e a importância de um tratamento equilibrado entre os poderes. | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Congresso; Poder Executivo; Poder Legislativo; Cortesia; Instituição; Relações entre os Poderes; UDN | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Deferência, ou Complacência? (1952-03-19) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |