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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T13:10:25Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T13:10:25Z | |
| dc.date.issued | 1952-03-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6970 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a transição do Brasil de uma nação liberal para uma trajetória reacionária a partir de 1930, marcando uma mudança significativa nas políticas do país. Durante o Império e a Primeira República, o Brasil era amplamente liberal, até mesmo em sua abordagem de relações internacionais e direitos dos estrangeiros. No entanto, com a Revolução de 1930, o governo brasileiro adotou uma postura reacionária, estabelecendo práticas discriminatórias, em clara contradição com a tradição liberal que havia caracterizado o país. Critica as políticas de discriminação racial implementadas após 1930, que restringiram a entrada de imigrantes, especialmente judeus, e criaram barreiras para pessoas de cor em diversas áreas, incluindo emprego e educação. Um exemplo citado é a atuação do Conselho Nacional de Colonização e Imigração, que continuava a barrar a entrada de judeus, mesmo após a revogação oficial dessa política pelo presidente Getúlio Vargas. Questiona se a revogação foi uma ação genuína do governo ou apenas uma formalidade que foi desrespeitada por funcionários públicos. Aponta que, apesar da vitória de uma revolução que deveria ter fortalecido o liberalismo no Brasil, o país viu o declínio desse ideal e o fortalecimento de políticas discriminatórias. Conclui lamentando a contradição entre as promessas do governo e a realidade das práticas adotadas, pedindo uma maior vigilância sobre essas questões. | pt_BR |
| dc.subject | Liberalismo; Discriminação racial; Getúlio Vargas; Revolução de 1930; Políticas públicas | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Regressão do Liberalismo (1952-03-27) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |