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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-10T13:17:13Z | |
| dc.date.available | 2025-02-10T13:17:13Z | |
| dc.date.issued | 1952-03-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6973 | |
| dc.description.abstract | Critica o reconhecimento do governo de Fulgêncio Batista pelos Estados Unidos, destacando a rapidez com que o governo norte-americano se alinhou com essa decisão, após outras nações latino-americanas, como a República Dominicana, o terem feito. Pilla aponta que, do ponto de vista dos Estados Unidos, a escolha por regimes autoritários em países latino-americanos poderia ser justificada pela percepção de que essas nações não suportam outro tipo de governo senão o da força. Nesse contexto, o reconhecimento de Batista é visto como um golpe contra os democratas cubanos, reforçando o apoio dos Estados Unidos a regimes ditatoriais na região, desde que estejam alinhados com seus interesses. Lamenta, no entanto, que o Brasil tenha apressado sua própria adesão a essa política, antecipando-se aos Estados Unidos e solidificando a ditadura em Cuba. Questiona a razão dessa pressa, sugerindo que o Brasil, ao se alinhar com os Estados Unidos nesse reconhecimento, poderia estar contribuindo para criar e reforçar o precedente de apoiar ditaduras em nome de interesses estratégicos. Para Pilla, essa ação é um triste reflexo da política externa brasileira, que parece priorizar o alinhamento com potências estrangeiras em detrimento dos princípios democráticos. | pt_BR |
| dc.subject | Reconhecimento; Fulgêncio Batista; Ditadura; Política externa; Estados Unidos | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Triste, Tristíssima Interrogação (1952-03-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |