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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-13T16:04:59Z | |
| dc.date.available | 2025-02-13T16:04:59Z | |
| dc.date.issued | 1952-05-12 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7001 | |
| dc.description.abstract | Analisa o problema do petróleo como uma questão de natureza política, que deve ser resolvida pelos órgãos normais do Poder Público. Ele reconhece que existem várias soluções possíveis, desde a estatização completa até a exploração por empresas privadas sob regulação governamental. No entanto, pondera que essa decisão deve ser tomada pelo regime democrático, considerando vantagens e inconvenientes de cada modelo. Critica a interferência de grupos militares no debate sobre o petróleo, especialmente a atuação do Clube Militar, que, por ser composto por oficiais da ativa e da reserva, acaba exercendo influência desproporcional sobre a política nacional. Segundo Pilla, enquanto outras associações de classe, como sindicatos ou entidades empresariais, podem manifestar opiniões sem comprometer a ordem institucional, a participação de militares nas discussões políticas desestabiliza o sistema democrático. Cita como exemplo o episódio da eleição presidencial, em que a questão da maioria absoluta deveria ter sido resolvida pela Justiça Eleitoral, mas foi influenciada pela manifestação de generais, demonstrando o peso excessivo do poder militar sobre as instituições. Para Pilla, o verdadeiro risco não está apenas na condução do debate sobre o petróleo, mas na possibilidade de que decisões políticas continuem sendo condicionadas por pressões militares, em vez de serem resolvidas pelos canais legítimos da democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Petróleo; Poder Público; Estatização; Empresas Privadas; Democracia; Interferência Militar; Clube Militar; Justiça Eleitoral | pt_BR |
| dc.title | Mais que o Problema do Petróleo (1952-05-12) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |