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Microscópio: Oportunismo (1952-06-05)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-13T16:32:29Z
dc.date.available 2025-02-13T16:32:29Z
dc.date.issued 1952-06-05
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7011
dc.description.abstract Responde ao vespertino "O Globo", que se opõe à reforma parlamentarista, acusando-a de ser uma obra de oportunismo e impatriotismo. Refuta essas acusações, argumentando que, embora a reforma receba votos de simples oportunismo, nem todos os votos podem ser classificados como negativos. Ele distingue entre bom e mau oportunismo, sendo o bom aquele que visa o bem coletivo, e o mau aquele voltado para interesses pessoais. Segundo Pilla, não há oportunismo intrínseco no movimento parlamentarista, que remonta à Assembleia Constituinte de 1946, quando obteve o apoio de cerca de setenta deputados. Esse movimento, embora com altos e baixos, é uma revivescência de um movimento similar na Assembleia Constituinte de 1934 e, ao longo dos anos, obteve maior adesão, incluindo cento e oitenta deputados no final da última legislatura. Questiona a alegação de impatriotismo feita pelo jornal, apontando que, ao contrário, o verdadeiro impatriotismo seria persistir em um regime que tem corrompido os costumes políticos do Brasil. Ele sugere que, em vez de atacar a reforma, o jornal deveria refletir sobre o impacto do regime atual. Termina com a promessa de um futuro comentário, onde ele aprofundará suas críticas ao sistema político vigente. pt_BR
dc.subject Parlamentarismo; Oportunismo; Impatriotismo; Reforma; Política; Doutrina; Governo pt_BR
dc.title Microscópio: Oportunismo (1952-06-05) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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