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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-13T16:34:51Z | |
| dc.date.available | 2025-02-13T16:34:51Z | |
| dc.date.issued | 1952-06-06 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7012 | |
| dc.description.abstract | Responde à crítica do vespertino "O Globo", que vê a emenda parlamentarista como oportunismo e impatriotismo. Questiona a acusação de impatriotismo, argumentando que, se a reforma não visa suprimir as liberdades públicas, instaurar irresponsabilidade ou incapacidade, então não pode ser considerada impatriótica. Ele lembra que o parlamentarismo foi defendido por grandes figuras da história republicana, como Silveira Martins, Sílvio Romero e Ruy Barbosa, que o viam como a solução para conciliar a República com a Democracia e combater a instabilidade e irresponsabilidade do sistema presidencialista. Para Pilla, seria impatriota persistir no regime presidencialista, que ele considera responsável pela degradação política do país. Em seguida, ele aborda a acusação de que a reforma seria apenas um truque eleitoral. Refuta essa ideia, explicando que o movimento parlamentarista tem se fortalecido desde a Assembleia Constituinte de 1946, recebendo apoio crescente de deputados, independentemente da disputa presidencial. Ele destaca que, ao fim da legislatura de 1952, cento e oitenta deputados já apoiavam a reforma. Sugere que, se a reforma fosse meramente uma manobra eleitoral, seria impensável que uma maioria tão ampla estivesse em seu favor. Para ele, o verdadeiro patriotismo seria a adoção de uma reforma que visa a regeneração dos costumes políticos e a estabilidade do país. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Oportunismo; Impatriotismo; Reforma; República; Democracia; Política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Impatriotismo (1952-06-06) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |