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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T11:41:57Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T11:41:57Z | |
| dc.date.issued | 1952-04-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7040 | |
| dc.description.abstract | Destaca a importância de distinguir entre diferentes tipos de reformas constitucionais, ressaltando que nem todas são iguais em seus objetivos e impactos. Ele argumenta que há reformas progressivas, que buscam fortalecer a democracia, e reformas regressivas, que representam um retrocesso político. Como exemplo de reformas regressivas, menciona as propostas do Sr. Amaral Peixoto, que, segundo ele, deveriam ser combatidas por todos os liberais e democratas. No entanto, Pilla critica a posição inflexível de rejeitar qualquer reforma apenas por ser uma mudança constitucional. Para ele, esse tipo de postura equivale a uma imobilização política, impedindo o avanço do país. Ele alerta que esse comportamento beneficia os reacionários, que, se não conseguem retroceder, ao menos conseguem paralisar o sistema político. Defende, portanto, que cada reforma deve ser analisada individualmente. Como exemplo, diz ser favorável a mudanças que reduzam o mandato presidencial de cinco para três anos ou que instituam o parlamentarismo. Por outro lado, se opõe a propostas que ampliem o poder presidencial, como a possibilidade de reeleição. Dessa forma, reforça a necessidade de uma avaliação criteriosa das propostas de reforma, evitando tanto um reacionarismo cego quanto um progresso irresponsável, garantindo que as mudanças sirvam ao fortalecimento da democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Reforma Constitucional; Progressistas; Liberais; Reacionários; Amaral Peixoto; Imobilização Política; Modificação Constitucional | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Distingo (1952-04-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |