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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-14T12:26:20Z | |
| dc.date.available | 2025-02-14T12:26:20Z | |
| dc.date.issued | 1952-07-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7054 | |
| dc.description.abstract | Analisa o caso da reitoria da Universidade do Rio Grande do Sul, envolvendo a recondução do antigo reitor Alexandre da Rosa. Após o término do seu mandato, o governo da República ofereceu-lhe a recondução, mas ele recusou. Destaca que a única pessoa a agir corretamente foi o reitor, que não se deixou "amarrar ao poste da ignomínia". Ele critica a atitude do governo, que deveria ter respeitado a revolta de estudantes e professores, mas, ao tentar reconduzir o reitor, não foi apoiado pelo Conselho Universitário. Enfatiza que o Conselho, composto por professores e não políticos, deveria ter zelado pelos interesses da instituição e não facilitado a recondução de uma figura rejeitada pela comunidade acadêmica. Reconhece que o governo, possivelmente movido por razões políticas, tentou a recondução, mas o Conselho universitário não se opôs e até recomendou o nome do reitor, desconsiderando o repúdio do corpo docente e discente. Pilla aplaude a atitude de Alexandre da Rosa, que, com honra, recusou a recondução, evitando que a situação se agravasse. Conclui que o problema central do episódio foi a fuga da responsabilidade, algo comum no Brasil, onde muitas vezes se evita agir de forma decisiva e comprometida. | pt_BR |
| dc.subject | Reitoria; Universidade do Rio Grande do Sul; Alexandre da Rosa; Recondução; Governo; Conselho Universitário; Estudantes; Professores | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Horror da Responsabilidade (1952-07-27) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |