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Microscópio: Vigiar, Em Vez de Colaborar (1952-08-23)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-14T13:03:10Z
dc.date.available 2025-02-14T13:03:10Z
dc.date.issued 1952-08-23
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7067
dc.description.abstract Analisa a questão da colaboração da oposição com o governo, destacando a ideia de que a preservação do regime democrático é a principal razão apresentada para essa colaboração. Alguns jornais defendem que a oposição, para garantir a sobrevivência do regime, deve se submeter às ações do governo, sem contradição. No entanto, questiona essa posição, argumentando que, embora o governo tenha amplos meios de ação, a falta de contradição e de oposição seria prejudicial à democracia. Ele critica a recusa de figuras como Otávio Mangabeira e Odilon Braga em participar de um governo sugerido por Osvaldo Aranha, considerando essa decisão precipitada, mas reconhecendo que o perigo que os jornais apontam não é fantasioso. A experiência passada, segundo Pilla, demonstra que as ameaças à democracia são reais. Contudo, ele argumenta que a oposição não deve abdicar de seu papel constitucional em nome de um suposto "salvamento" do regime, pois isso implicaria na perda de sua essência democrática. Em vez de colaborar, a oposição deve continuar a vigiar e combater os riscos à democracia, alertando a nação e suas forças tutelares sobre os perigos que as instituições democráticas enfrentam. Defende que a missão da oposição não é a submissão, mas sim o combate contínuo às ameaças à liberdade e ao regime democrático. pt_BR
dc.subject Oposição; Regime Democrático; Poder Supremo; Contradição; Otávio Mangabeira; Odilon Braga; Osvaldo Aranha; Submissão; Perigo pt_BR
dc.title Microscópio: Vigiar, Em Vez de Colaborar (1952-08-23) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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