Resumen:
Levanta uma crítica contundente sobre o processo de transferência da Capital Federal, conforme preceito constitucional. Ele questiona a atual situação em que, apesar da Constituição já definir a mudança da capital para o Planalto Central, milhões de reais estão sendo gastos para a construção de uma nova sede para o Senado, localizada no Rio de Janeiro. Considera esse gasto excessivo e desnecessário, principalmente em tempos de dificuldades financeiras. A construção do novo edifício, argumenta, seria uma "insensatez", visto que, em breve, o Senado teria que se mudar para a nova capital, levando a uma instalação que seria abandonada logo após. Aponta que o verdadeiro motivo por trás dessa construção é que, de fato, não há real intenção de transferir a capital, uma vez que muitos preferem continuar governando do Rio de Janeiro, que oferece mais comodidade. Ele reconhece que tanto os que defendem a mudança quanto os que a consideram uma tolice têm seus pontos, mas o problema central é que, ao agir assim, está se ignorando um imperativo constitucional. Para ele, isso é mais um exemplo de como a Constituição é muitas vezes desrespeitada, sendo tratada de forma superficial, sem ser realmente considerada em ações concretas.