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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-17T11:36:32Z | |
| dc.date.available | 2025-02-17T11:36:32Z | |
| dc.date.issued | 1952-07-11 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7091 | |
| dc.description.abstract | Argumenta que a Emenda Parlamentarista não tem o objetivo de manter Getúlio Vargas no poder após o término de seu mandato, apesar das acusações em contrário. Mesmo que houvesse dúvidas sobre essa questão, ele destaca um problema mais grave: as perturbações e riscos gerados pela eleição direta do presidente da República dentro do atual sistema político. Lembra que, no Brasil, quase todas as campanhas presidenciais ameaçaram a paz interna e colocaram em risco as instituições democráticas. Ele cita como exemplo a eleição de 1937, que, embora ocorresse normalmente, acabou servindo de pretexto para Vargas instaurar a ditadura do Estado Novo. Critica aqueles que dizem temer o parlamentarismo, mas não demonstram o mesmo receio diante da possibilidade de uma nova crise política em meio à disputa presidencial. Ele sugere que esses argumentos contra a reforma não são sinceros, pois o verdadeiro perigo está na manutenção do atual sistema, que favorece o autoritarismo e a instabilidade. Por fim, ele reforça que, se o parlamentarismo trouxer algum problema no futuro, ainda haverá tempo para corrigi-lo durante as múltiplas votações no Congresso. Diante do risco de uma sucessão presidencial marcada por corrupção, repressão e agitação popular, considera um erro desperdiçar a oportunidade de reformar o sistema. | pt_BR |
| dc.subject | Emenda; Parlamentarismo; Getúlio Vargas; Poder; Eleição; Presidente da República; Ditadura; Campanha; Sucessão; Democracia; Instituições; Crise | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: A Voz da Prudência (1952-07-11) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |