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A Demolição do Regime (1952-09-30)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-17T12:00:00Z
dc.date.available 2025-02-17T12:00:00Z
dc.date.issued 1952-09-30
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7098
dc.description.abstract Acusa Getúlio Vargas de ser um "pecador impenitente" contra a democracia e a Constituição, praticando essa violação por pensamentos, palavras e ações. Ele argumenta que Vargas mantém uma mentalidade autoritária, expressa-se como um ditador potencial e usurpa o poder do Legislativo, contrariando os princípios constitucionais. Critica a ideia varguista de participação política dos trabalhadores, apontando que a Constituição define a soberania popular baseada na cidadania, e não na organização sindical ou corporativa. Para Pilla, Vargas busca transformar o Brasil em uma República Corporativa, onde o poder se sustentaria na lealdade dos sindicatos, enfraquecendo a representação política baseada nos partidos. Reforça que, de acordo com a Constituição, o poder emana do povo, que inclui trabalhadores e não trabalhadores, e que os sindicatos devem atuar apenas no âmbito profissional e econômico, sem interferir na estrutura política. Ele adverte que a proposta de Vargas representa uma subversão da ordem constitucional e uma ameaça ao regime democrático. Por fim, ele defende que os trabalhadores devem sim se preparar para a política, mas dentro de partidos políticos, e não de sindicatos, pois só assim poderão exercer um papel político legítimo, sem cair na demagogia populista varguista. pt_BR
dc.subject Getúlio Vargas; Democracia; Constituição; Sindicatos; República Corporativa; Partidos Políticos; Trabalhadores; Populismo pt_BR
dc.title A Demolição do Regime (1952-09-30) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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