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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-17T12:14:16Z | |
| dc.date.available | 2025-02-17T12:14:16Z | |
| dc.date.issued | 1952-10-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7103 | |
| dc.description.abstract | Argumenta contra a ideia de que a população do Distrito Federal, especialmente os cariocas, seria incapaz de exercer seus deveres cívicos. Ele rejeita a noção de que o carioca seria inferior em termos de participação cívica em comparação com outras regiões do Brasil, sugerindo que todos os brasileiros enfrentam falhas semelhantes. Destaca que o Rio de Janeiro, historicamente, foi um centro decisivo de atividade cívica e eventos importantes, como o Fico e o Sete de Abril, demonstram uma forte consciência patriótica. Além disso, o movimento civilista e outras reações vivas também ocorreram no Rio, mostrando que a cidade não está desprovida de capacidade cívica. Ele menciona um inquérito realizado nas duas cidades mais importantes do Brasil, que mostrou que a população carioca tinha uma consciência cívica mais esclarecida, especialmente ao preferir Eduardo Gomes, figura considerada impoluta e associada à redemocratização. Contesta a visão negativa sobre os cariocas e sugere que, apesar das influências negativas que podem existir na cidade, ela ainda possui um bom potencial cívico, que precisa ser educado e estimulado adequadamente. Ele conclui que a transferência da capital para o planalto central não resolve o problema, mas sim uma melhor formação cívica para a população. | pt_BR |
| dc.subject | Distrito Federal; População; Rio de Janeiro; Capacidade cívica; Vereadores; Prefeito; Movimento popular; Consciência patriótica; Decadência cívica; Demagogia | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: O Civismo Carioca (1952-10-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |