Resumen:
Aborda a questão da candidatura à Prefeitura de São Paulo, destacando o nome de Nilo Amaral, secretário da administração de Lucas Garcez, como um forte candidato devido às suas qualidades pessoais. No entanto, surge uma objeção relacionada à sua religião protestante e à sua posição como presidente da Associação Cristã de Moços, com alguns questionando a adequação de um indivíduo com essas características para cargos públicos. Critica essa visão e considera perigoso estabelecer discriminação religiosa no Brasil. Embora reconheça a importância da Igreja em influenciar a sociedade em termos de moralidade, ele acredita que essa influência deve ser indireta e voltada mais para a esfera espiritual do que para a política. Ele faz referência à lição de Cristo, que separa claramente os assuntos terrenos e espirituais, mencionando a famosa frase “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Defende que a competência de um indivíduo para exercer um cargo público deve ser avaliada com base em sua honestidade e caráter, não pela religião que professa. Adverte contra qualquer forma de discriminação religiosa e reforça a importância da tolerância religiosa no Brasil, uma virtude histórica do país.