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Microscópio: Discriminação Religiosa (1952-11-13)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-17T13:18:49Z
dc.date.available 2025-02-17T13:18:49Z
dc.date.issued 1952-11-13
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7124
dc.description.abstract Aborda a questão da candidatura à Prefeitura de São Paulo, destacando o nome de Nilo Amaral, secretário da administração de Lucas Garcez, como um forte candidato devido às suas qualidades pessoais. No entanto, surge uma objeção relacionada à sua religião protestante e à sua posição como presidente da Associação Cristã de Moços, com alguns questionando a adequação de um indivíduo com essas características para cargos públicos. Critica essa visão e considera perigoso estabelecer discriminação religiosa no Brasil. Embora reconheça a importância da Igreja em influenciar a sociedade em termos de moralidade, ele acredita que essa influência deve ser indireta e voltada mais para a esfera espiritual do que para a política. Ele faz referência à lição de Cristo, que separa claramente os assuntos terrenos e espirituais, mencionando a famosa frase “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Defende que a competência de um indivíduo para exercer um cargo público deve ser avaliada com base em sua honestidade e caráter, não pela religião que professa. Adverte contra qualquer forma de discriminação religiosa e reforça a importância da tolerância religiosa no Brasil, uma virtude histórica do país. pt_BR
dc.subject Prefeitura; São Paulo; Nilo Amaral; Candidatura; Protestante; Associação Cristã de Moços; Igreja; Influência; Moral; Política; Cristo pt_BR
dc.title Microscópio: Discriminação Religiosa (1952-11-13) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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