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Microscópio: Fabricação de "Elites" (1953-03-06)

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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-02-19T12:25:18Z
dc.date.available 2025-02-19T12:25:18Z
dc.date.issued 1953-03-06
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/7173
dc.description.abstract Aborda a campanha pela formação de uma elite no Brasil e questiona sua verdadeira eficácia. Ele expressa ceticismo quanto à ideia de criar uma elite ou escol sob medida, considerando que a formação de técnicos especializados não é o suficiente para constituir um grupo dirigente. Para Pilla, uma elite verdadeira deve possuir não apenas um alto nível de instrução, mas também uma compreensão ampla e profunda das questões sociais e humanísticas que envolvem a coletividade. O conhecimento técnico, por si só, não pode ser a base de uma verdadeira elite dirigente. Enfatiza que, além do saber, a moralidade é essencial para a constituição de uma elite que possa realmente liderar a sociedade. Sem a formação ética, uma elite pode ser perversa e, em vez de contribuir para o progresso, tornar-se um agente de destruição social. Ele critica a ideia de que uma elite pode ser formada apenas através de diplomas ou especialização técnica, sem considerar o componente moral e o processo de seleção natural que ocorre dentro da sociedade. Também alerta que uma elite não pode ser forjada de maneira artificial; ela surge de um longo processo educacional e social. Finalmente, faz uma reflexão sobre como a ditadura contribuiu para a extinção das elites no Brasil, ao desconsiderar a verdadeira aptidão e valor moral no processo seletivo de líderes. pt_BR
dc.subject Elite; Instrução; Saber; Moralidade; Formação; Ética; Líderes; Coletividade; Seleção; Ditadura; Educação pt_BR
dc.title Microscópio: Fabricação de "Elites" (1953-03-06) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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