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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T12:27:10Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T12:27:10Z | |
| dc.date.issued | 1953-02-27 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7174 | |
| dc.description.abstract | Discute a transformação da política externa em decorrência do totalitarismo, que alterou a relação entre a política interna e externa das nações. No passado, cada país mantinha sua política interna separada da externa, sem grandes interferências externas, o que representava a "idade de ouro" da civilização moderna. No entanto, com o surgimento de governos autoritários e opressores, que não possuem base sólida interna, surgiu a necessidade de buscar apoio no exterior. A política externa, então, passou a refletir mais os interesses internos, com alianças e acordos sendo feitos entre facções e partidos, não mais entre nações. Utiliza a visita do ditador argentino ao Chile e a possível aliança entre esses dois países como exemplo de como os interesses internos estão determinando as aproximações no campo internacional. Sugere que o Brasil pode se juntar a esse sistema, alinhando-se a esses regimes autoritários. Ele compara esse movimento à antiga Santa Aliança do caudilhismo latino-americano, uma tentativa de unir países com regimes semelhantes, refletindo o impacto da política interna na política externa e nas relações internacionais. | pt_BR |
| dc.subject | Política Externa; Política Interna; Totalitarismo; Governos; Minoria Privilegiada; Facções; Alianças; Acordos; Chile; Argentina; Brasil | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Santa Aliança (1953-02-27) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |