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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T12:57:57Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T12:57:57Z | |
| dc.date.issued | 1953-03-21 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7184 | |
| dc.description.abstract | Critica a imprensa que, embora não combata abertamente a democracia, age de maneira a desmoralizá-la disfarçadamente. A ideia central é que, enquanto a liberdade de imprensa é fundamental, certos jornais prosperam mais facilmente em contextos de opacidade, onde os conflitos e a desinformação se favorecem. Observa que, em alguns veículos de comunicação, a culpa pela crise política e econômica é sempre atribuída ao Congresso e aos políticos, enquanto o Governo, considerado infalível, é isento de responsabilidade. Exemplificando com a atuação de um vespertino, o autor descreve como a crítica à Câmara é feroz, mas o Executivo é apresentado como competente, mesmo diante das dificuldades financeiras do país. Além disso, destaca que certos jornais oferecem espaço para discursos incoerentes e contraditórios, como o da "Ação Popular Brasileira", que se opõe aos partidos políticos e tenta influenciar a opinião pública contra o sistema democrático. O ponto mais crítico é que, ao publicar tais textos, a imprensa alimenta a desconfiança e enfraquece a confiança nas instituições representativas, em especial o Congresso. Conclui com um apelo aos congressistas, sugerindo que eles reflitam sobre o papel da mídia na preservação da democracia, alertando sobre os perigos de uma imprensa que, em sua complacência, contribui para o desprestígio das instituições e a instabilidade política. | pt_BR |
| dc.subject | Imprensa; Democracia; Liberdade; Jornais; Câmara; Governo; Congresso; Políticos; Crise; Incoerência | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Imprensa Anaeróbica (1953-03-21) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |