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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-02-19T13:17:16Z | |
| dc.date.available | 2025-02-19T13:17:16Z | |
| dc.date.issued | 1952-12-31 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/7191 | |
| dc.description.abstract | Analisa a crise política na França após a queda do gabinete de Pinay, que perdeu o apoio do Movimento Republicano Popular (MRP). Em vez de buscar apoio no MRP para formar um novo governo, o presidente Auriol optou por convidar os gaullistas, representados por Soustelle. Pilla critica essa decisão, pois os gaullistas, especialmente De Gaulle, são vistos como uma força que busca minar a democracia francesa, defendendo um regime autoritário. Auriol, ao convidar os gaullistas para organizar o novo gabinete, estava não só confiando nas instituições, mas também testando a resistência dos adversários da democracia parlamentar, forçando-os a assumir responsabilidades. Apesar disso, Auriol então se volta para o MRP, convidando o líder Bidault a formar o novo governo. Pilla ressalta que quem derruba um governo deve assumir a responsabilidade de criar um novo, o que é uma característica fundamental do regime parlamentar. O MRP, no entanto, recusou o convite, revelando sua falta de compromisso com essa responsabilidade. Diante disso, o presidente Auriol está buscando uma nova solução. Caso falhe, ele pode recorrer à dissolução da Câmara, levando a uma nova eleição, o que Pilla vê como uma alternativa mais promissora do que continuar com um governo ineficaz. | pt_BR |
| dc.subject | Gabinete Pinay; Partido; Coligação; Movimento Republicano Popular; Presidente Auriol; Degaulistas; Soustelle; Democracia Francesa; De Gaulle; Governo; Instituições; Responsabilidade | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Vantagem da Crise (1952-12-31) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |